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Publicado em: 29/07/2024 Civel FamiliaAÇÃO DE MODIFICAÇÃO DE GUARDA COM PEDIDO DE TUTELA DE URGÊNCIA
EXCELENTÍSSIMO(A) SENHOR(A) DOUTOR(A) JUIZ(A) DE DIREITO DA ___ VARA DE FAMÍLIA DA COMARCA DE __________
Nome da Parte Autora: A. J. dos S., brasileira, viúva, aposentada, portadora do RG nº __________ e inscrita no CPF sob o nº __________, residente e domiciliada na Rua __________, nº __________, Bairro __________, Cidade __________, Estado __________, CEP __________, endereço eletrônico __________.
Nome da Parte Ré: M. F. de S. L., brasileira, solteira, profissão __________, portadora do RG nº __________ e inscrita no CPF sob o nº __________, residente e domiciliada na Rua __________, nº __________, Bairro __________, Cidade __________, Estado __________, CEP __________, endereço eletrônico __________.
Por intermédio de seu advogado, com endereço profissional na Rua __________, nº __________, Bairro __________, Cidade __________, Estado __________, CEP __________, endereço eletrônico __________, vem, respeitosamente, à presença de Vossa Excelência propor a presente:
AÇÃO DE MODIFICAÇÃO DE GUARDA COM PEDIDO DE TUTELA DE URGÊNCIA
em face de M. F. de S. L., pelos fatos e fundamentos a seguir expostos:
PREÂMBULO
A presente demanda visa à modificação da guarda do menor __________, atualmente sob a guarda da genitora, para a guarda da avó paterna, ora Autora, com fundamento no melhor interesse da criança, conforme preconizado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA, art. 4º) e pela Constituição Federal (CF/88, art. 227).
DOS FATOS
O menor __________, nascido em __________, é filho de __________ e __________. Desde o ano de __________, o menor encontra-se sob os cuidados da Autora, sua avó paterna, devido à ausência da genitora, que se encontra em local incerto e não sabido, e à impossibilidade do genitor de prestar os cuidados necessários ao desenvolvimento do filho.
A Autora tem garantido ao menor um ambiente estável, com acesso à educação, saúde e demais necessidades básicas, conforme comprovam os documentos anexos. O menor encontra-se plenamente adaptado à rotina sob os cuidados da avó paterna, sendo esta a figura de referência afetiva e emocional para a criança.
Entretanto, a guarda formal ainda permanece com a genitora, o que tem gerado dificuldades práticas e jurídicas para a Autora no exercício pleno de suas responsabilidades.
DO DIREITO
A Constituição Federal de 1988, em seu art. 227, estabelece que é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, com absoluta prioridade, o direito à vida, à saúde, à educação, à convivência familiar, entre outros. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA, art. 4º) reforça essa proteção integral, determinando que o melhor interesse da criança deve prevalecer em qualquer decisão que a envolva.
O Código Civil (CC, art. 1.634) dispõe que a guarda dos filhos menores deve ser exercida em prol do melhor interesse destes, sendo possível a transferência da guarda para terceiros quando os genitores não puderem ou não quiserem ex"'>...