Modelo de Termo de Autorização Judicial para Retenção de Sinal em Venda de Imóvel em Condomínio
Publicado em: 28/05/2024 Direito ImobiliárioTERMO DE AUTORIZAÇÃO
Autorização para uma das partes receber/reter valores referentes ao sinal na venda de imóvel em condomínio
EXCELENTÍSSIMO(A) SENHOR(A) DOUTOR(A) JUIZ(A) DE DIREITO DA ___ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE [LOCALIDADE]
Nome completo do Requerente: [Nome completo do Requerente, qualificação completa, CPF/CNPJ, endereço eletrônico, domicílio e residência].
Nome completo do Requerido: [Nome completo do Requerido, qualificação completa, CPF/CNPJ, endereço eletrônico, domicílio e residência].
PREÂMBULO
Por meio da presente, vem o Requerente, por seu advogado que esta subscreve, com fundamento no CPC/2015, art. 319, propor a presente ação de Termo de Autorização, pelos fatos e fundamentos jurídicos a seguir expostos.
DOS FATOS
O Requerente e o Requerido são coproprietários de um imóvel localizado no endereço [endereço completo], cuja propriedade encontra-se em condomínio. Recentemente, as partes firmaram um compromisso de venda do referido imóvel, sendo que o comprador efetuou o pagamento de um sinal no valor de R$ [valor do sinal].
Entretanto, surgiu a necessidade de formalizar a autorização para que uma das partes, no caso o Requerente, possa receber e reter os valores referentes ao sinal, considerando que o imóvel está em condomínio e há necessidade de evitar qualquer controvérsia futura quanto à destinação dos valores.
DO DIREITO
Nos termos do CCB/2002, art. 1.314, cada condômino pode usar da coisa conforme sua destinação, desde que não exclua a possibilidade de uso pelos demais condôminos. No caso em tela, a autorização para que o Requerente receba e retenha os valores do sinal não prejudica os direitos do Requerido, mas, ao contrário, visa garantir a segurança jurídica e a boa-fé contratual.
Ademais, o CPC/2015, art. 319, exige que a petição inicial contenha os fatos e fundamentos jurídicos do pedido, o que está devidamente atendido nesta peça. A autorização pretendida encontra respaldo nos princípios da boa-fé objetiva e da função social do contrato, previstos no CCB/2002, art. 421 e art. 422.
Por fim, destaca-se que a retenção dos valores pelo Requerente é medida que se coaduna com o entendimento jurisprudencial consolidado, conforme será demonstrado na seção seguinte.
JURISPRUDÊNCIAS
Segue abaixo a jurisprudência que corrobora a pretensão do Requerente:
- TJSP (34ª Câmara de Direito Privado) - Apelação Cível 1024797-69.2023.8.26.0114 - Campinas - Rel"'>...
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