Modelo de Petição de Proposta de Pagamento Parcelado com Utilização de Valor Penhorado, nos Termos do Art. 916 do CPC/2015, com Pedido de Liberação Parcial dos Valores e Postergação de Custas em Execução de Título Extrajudicial

Publicado em: 08/11/2024 Trabalhista Processo do Trabalho
Modelo de petição destinada ao juízo cível, na qual empresa executada apresenta proposta de pagamento parcelado do débito, conforme art. 916 do CPC/2015, utilizando-se de valor já penhorado para quitar a parcela inicial (30%) e honorários advocatícios. O pedido fundamenta-se na impossibilidade de pagamento imediato por outros meios, requerendo ainda: a liberação do saldo remanescente dos valores penhorados para garantir a continuidade das atividades empresariais; a postergação do pagamento das custas processuais e encargos previdenciários para 30 dias após a quitação da última parcela; e a intimação da parte exequente. O modelo traz fundamentação legal, jurisprudencial e destaca princípios como o da menor onerosidade, função social da empresa e razoabilidade, visando a efetividade da execução sem inviabilizar a atividade empresarial.

PETIÇÃO DE PROPOSTA DE PAGAMENTO PARCELADO COM UTILIZAÇÃO DE VALOR PENHORADO (CPC/2015, ART. 916)

1. ENDEREÇAMENTO

Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da __ Vara Cível da Comarca de __ do Tribunal de Justiça do Estado de __.

2. QUALIFICAÇÃO DAS PARTES

A. J. dos S., pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ sob o nº __.___.___/____-__, com sede na Rua __, nº __, Bairro __, CEP __-___, Cidade/UF, endereço eletrônico __@__.com, neste ato representada por seu sócio-administrador A. J. dos S., brasileiro, casado, empresário, portador do CPF nº ___.___.___-__, residente e domiciliado na Rua __, nº __, Bairro __, CEP __-___, Cidade/UF, endereço eletrônico __@__.com, por intermédio de seu advogado que esta subscreve (instrumento de mandato anexo), vem, respeitosamente, à presença de Vossa Excelência, nos autos da Ação de Execução movida por M. F. de S. L., inscrita no CPF/CNPJ sob o nº ___.___.___-__, com endereço na Rua __, nº __, Bairro __, CEP __-___, Cidade/UF, endereço eletrônico __@__.com, apresentar:

PROPOSTA DE PAGAMENTO PARCELADO COM UTILIZAÇÃO DE VALOR PENHORADO, nos termos do art. 916 do CPC/2015, pelos fundamentos que passa a expor.

3. SÍNTESE DOS FATOS

O executado teve valores bloqueados em sua conta bancária, por ordem deste juízo, em decorrência de execução fundada em título extrajudicial. Reconhecendo a existência do débito e ciente de sua obrigação, o executado manifesta expressamente o interesse em quitar o débito de forma parcelada, conforme previsão legal.

Contudo, diante da atual situação financeira da empresa, agravada pela constrição judicial, não dispõe de recursos próprios para arcar com o pagamento imediato de 30% do valor do débito, tampouco com os honorários sucumbenciais, senão utilizando-se do valor já penhorado nos autos.

Ressalta-se que a manutenção do bloqueio integral dos valores penhorados compromete a continuidade das atividades empresariais, especialmente o pagamento de funcionários e obrigações tributárias, o que pode resultar em prejuízos irreversíveis à empresa e a terceiros.

Por tais razões, propõe-se a utilização do valor penhorado para o pagamento da parcela inicial de 30% do débito e dos honorários advocatícios, com a liberação do saldo remanescente para que a empresa possa dar continuidade às suas atividades essenciais.

Requer-se, ainda, que o pagamento das custas processuais e dos encargos previdenciários seja postergado para 30 (trinta) dias após o pagamento da última parcela, a fim de viabilizar o adimplemento integral da obrigação sem inviabilizar a atividade empresarial.

4. DO DIREITO

4.1. DA POSSIBILIDADE DE PAGAMENTO PARCELADO COM UTILIZAÇÃO DE VALOR PENHORADO

O art. 916 do CPC/2015 autoriza expressamente o executado a requerer, no prazo legal, o pagamento do débito de forma parcelada, mediante depósito de 30% do valor do débito, acrescido de custas e honorários de advogado, e o pagamento do restante em até 6 (seis) parcelas mensais, acrescidas de correção monetária e juros de 1% ao mês.

O dispositivo legal não veda a utilização de valores já penhorados para o adimplemento da parcela inicial, especialmente quando o executado demonstra impossibilidade financeira de fazê-lo por outros meios, em observância ao princípio da menor onerosidade (CPC/2015, art. 805).

A constrição judicial deve ser realizada de modo a não inviabilizar a atividade empresarial, conforme entendimento consolidado pela jurisprudência, sendo legítima a liberação parcial dos valores penhorados para garantir a continuidade da empresa, desde que preservado o interesse do credor (CPC/2015, art. 797).

4.2. DA LIBERAÇÃO DO SALDO REMANESCENTE PARA CONTINUIDADE DA ATIVIDADE EMPRESARIAL

O bloqueio integral de valores essenciais ao funcionamento da empresa pode acarretar prejuízos não apenas ao devedor, mas também a terceiros, como funcionários e fornecedores, afrontando o princípio da função social da empresa (CF/88, art. 170, III).

A jurisprudência do STJ e dos Tribunais Estaduais tem entendido que a penhora sobre faturamento ou ativos financeiros deve ser limitada a percentual que não inviabilize a atividade empresarial, sendo razoável a liberação de valores que se destinem ao pagamento de salários e obrigações tributárias (CPC/2015, art. 835, X; art. 866).

4.3. DA POSTERGAÇÃO DO PAGAMENTO DAS CUSTAS E ENCARGOS PREVIDENCIÁRIOS

O pedido de postergação do pagamento das custas processuais e encargos previdenciários para 30 dias após a quitação da última parcela encontra respaldo no princípio da razoabilidade e na busca pela efetividade da execução, sem sacrificar a continuidade da atividade empresarial.

O parcelamento do débito, com a utilização do valor penhorado para a parcela inicial e a liberação do saldo remanescente, atende aos princípios da boa-fé, da cooperação processual (CPC/2015, art. 6º) e da dignidade da pessoa humana (CF/88, art. 1º, III), promovendo a satisfação do crédito sem inviabilizar a empresa.

Dessa forma, a proposta ora apresentada está em estrita conformidade com os dispositivos legais aplicáveis e com a orientação jurisprudencial dominante, devendo ser acolhida por este juízo.

5. JURISPRUDÊNCIAS

“Como a execução é feita no interesse do credor (CPC/2015, art. 797) e as ‘re"'>...

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Legislação e Jurisprudência sobre o tema
Informações complementares

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I. RELATÓRIO

Trata-se de proposta apresentada por A. J. dos S. nos autos de Ação de Execução movida por M. F. de S. L., na qual o executado requer o pagamento parcelado do débito exequendo, nos termos do art. 916 do CPC/2015, com a utilização do valor já penhorado para quitação da parcela inicial de 30% do débito, bem como dos honorários advocatícios, e a liberação do saldo remanescente para continuidade da atividade empresarial. Postula, ainda, a postergação do pagamento das custas processuais e encargos previdenciários para 30 dias após a última parcela.

Sustenta que a manutenção do bloqueio integral compromete as atividades essenciais da empresa, em especial o pagamento de funcionários e obrigações tributárias, e que o parcelamento, com a utilização dos valores penhorados, atende aos princípios da menor onerosidade e da função social da empresa, conforme fundamentos constitucionais e legais.

II. FUNDAMENTAÇÃO

1. Da Fundamentação Constitucional e Legal (CF/88, art. 93, IX e art. 170, III; CPC/2015, art. 916, art. 805 e art. 797)

O art. 93, IX, da Constituição Federal de 1988, impõe ao magistrado o dever de fundamentar suas decisões, garantindo transparência, motivação e respeito ao devido processo legal. A matéria em análise envolve não apenas o direito do credor à satisfação do crédito, mas também a observância ao princípio da menor onerosidade para o devedor e à função social da empresa (CF/88, art. 170, III).

O art. 916 do CPC/2015 autoriza expressamente o executado a requerer o parcelamento do débito, mediante depósito de 30% do valor devido, acrescido de custas e honorários advocatícios, e o pagamento do saldo remanescente em até 6 parcelas mensais, com atualização monetária e juros legais.

Ainda segundo o art. 805 do CPC/2015, a execução deve se dar pelo modo menos gravoso ao devedor, sem prejuízo do interesse do credor, e o art. 797 do mesmo diploma estabelece que a execução se realiza no interesse do credor, devendo-se conciliar a utilidade do ato expropriatório com a preservação da atividade empresarial, quando demonstrado o risco de inviabilização.

2. Da Utilização do Valor Penhorado para Pagamento da Parcela Inicial

O executado comprovou a impossibilidade de adimplir imediatamente a parcela inicial com recursos próprios, requerendo a utilização do valor já penhorado para este fim. Tal medida encontra amparo no princípio da menor onerosidade (CPC/2015, art. 805) e na jurisprudência, que admite a flexibilização da constrição para evitar o colapso das atividades empresariais, sem prejuízo do interesse do credor.

Ressalto que a utilização dos valores penhorados para o pagamento da parcela inicial não configura afronta ao direito do exequente, pois o crédito será adimplido segundo a ordem legal, sem prejuízo do prosseguimento da execução em caso de inadimplência das parcelas subsequentes.

3. Da Liberação do Saldo Remanescente para Continuidade da Atividade Empresarial

O bloqueio integral de ativos financeiros essenciais pode, de fato, inviabilizar a função social da empresa e prejudicar terceiros, como empregados e fornecedores, o que não se coaduna com os princípios constitucionais (CF/88, art. 170, III). A jurisprudência dos Tribunais Superiores é pacífica no sentido de que a constrição deve ser proporcional e não pode impedir o regular funcionamento da empresa, admitindo-se a liberação parcial do saldo penhorado quando comprovada tal necessidade.

4. Da Postergação do Pagamento de Custas e Encargos Previdenciários

A postergação do pagamento das custas e encargos previdenciários para 30 dias após a última parcela revela-se medida razoável, alinhada ao princípio da efetividade da execução e da preservação da atividade empresarial. Não há vedação legal à medida, desde que não haja prejuízo ao exequente e aos cofres públicos, e desde que haja a devida fiscalização do cumprimento do parcelamento.

5. Da Manifestação do Credor e da Conciliação

Por cautela, considerando o interesse do credor, recomenda-se a sua intimação para manifestação quanto à proposta apresentada, nos termos do art. 916, § 1º, do CPC/2015, bem como a possibilidade de designação de audiência de conciliação, caso as partes assim o desejem.

III. CONCLUSÃO E DISPOSITIVO

Diante do exposto e em observância ao art. 93, IX, da CF/88, JULGO PROCEDENTE o pedido do executado, para:

  1. Autorizar o pagamento parcelado do débito, nos termos do art. 916 do CPC/2015, com a utilização do valor já penhorado para a quitação da parcela inicial de 30% do débito, acrescido dos honorários advocatícios;
  2. Determinar a liberação do saldo remanescente dos valores penhorados, após a dedução da parcela inicial e dos honorários, em favor da empresa executada, para continuidade de suas atividades essenciais;
  3. Autorizar a postergação do pagamento das custas processuais e encargos previdenciários para 30 (trinta) dias após o pagamento da última parcela do parcelamento;
  4. Homologar o parcelamento do saldo devedor remanescente em até 6 (seis) parcelas mensais, acrescidas de correção monetária e juros de 1% ao mês, nos termos da lei;
  5. Determinar a intimação da parte exequente para manifestação acerca da presente proposta, no prazo legal;
  6. Autorizar a expedição de alvará judicial para levantamento do saldo liberado, caso não haja impugnação fundamentada do exequente;
  7. Facultar a designação de audiência de conciliação/mediação, caso entendam as partes ser pertinente.

Advirto o executado de que a inadimplência de qualquer parcela implicará o vencimento antecipado do saldo devedor, prosseguindo-se a execução pelo montante remanescente, conforme art. 916, § 5º, do CPC/2015.

Publique-se. Registre-se. Intimem-se.

IV. FUNDAMENTAÇÃO JURISPRUDENCIAL

A decisão ora proferida encontra respaldo na jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça e dos Tribunais Estaduais, que reconhecem a possibilidade de flexibilização das medidas constritivas quando demonstrada a essencialidade dos valores para a manutenção das atividades empresariais, sem prejuízo do adimplemento do crédito exequendo, conforme, dentre outros, os seguintes precedentes:

  • “A penhora sobre o faturamento da empresa devedora é admissível, desde que limitada a percentual que garanta a continuidade de suas atividades sem inviabilizar a satisfação do crédito.” [TJSP, 15ª Câmara de Direito Privado, AI Acórdão/TJSP]
  • “Percentual que deve ser fixado, provisoriamente, em 10% sobre o faturamento líquido da empresa executada, a fim de que não se inviabilize a atividade empresarial.” [TJSP, 38ª Câmara de Direito Privado, AI Acórdão/TJSP]

Por todo o exposto, a presente decisão está em consonância com os princípios constitucionais, legais e com a orientação jurisprudencial dominante.

V. DISPOSITIVO FINAL

Assim, conheço do pedido e o JULGO PROCEDENTE, nos termos acima expostos, com a devida fundamentação constitucional e legal (CF/88, art. 93, IX).

Sentença registrada eletronicamente.

Cidade/UF, ___ de ___________ de 20__.

_____________________________________
Juiz(a) de Direito


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