Modelo de Apelação Cível: Recurso Contra Sentença de Improcedência em Ação de Indenização por Danos Morais e Materiais contra Empresas de Seguros e Serviços Financeiros
Publicado em: 01/04/2025 CivelProcesso CivilConsumidorEXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA 19ª VARA DE RELAÇÕES DE CONSUMO DA COMARCA DE SALVADOR – BA
Processo nº 8079423-49.2023.8.05.0001
APELAÇÃO CÍVEL
TAIANE SANTOS SILVA, brasileira, estado civil, profissão, portadora do RG nº XXXXXXXX e inscrita no CPF sob o nº XXXXXXXX, residente e domiciliada na Rua XXXXXXXX, nº XXX, Bairro XXXXXXXX, Salvador/BA, CEP XXXXX-XXX, endereço eletrônico XXXXXXXX, devidamente representada por seu advogado que esta subscreve, com escritório profissional situado na Rua XXXXXXXX, nº XXX, Bairro XXXXXXXX, Salvador/BA, CEP XXXXX-XXX, endereço eletrônico XXXXXXXX, vem, respeitosamente, à presença de Vossa Excelência, com fundamento no CPC/2015, art. 1.009, interpor a presente:
APELAÇÃO CÍVEL
Contra a r. sentença de fls. XX, que julgou improcedentes os pedidos formulados na ação de indenização por danos morais e materiais em face de EBAZAR.COM.BR LTDA., MERCADO PAGO CORRETORA DE SEGUROS LTDA. e MAPFRE SEGUROS GERAIS S.A., pelos fatos e fundamentos que passa a expor.
PRELIMINARMENTE
Requer o recebimento do presente recurso em seus efeitos devolutivo e suspensivo, nos termos do CPC/2015, art. 1.012, bem como a intimação dos apelados para que apresentem contrarrazões, nos termos do CPC/2015, art. 1.010, §1º.
DOS FATOS
A autora contratou um seguro para seu aparelho celular junto à empresa ré, sendo surpreendida com a cobrança de uma taxa de R$ 120,00, considerada ilegal. Além disso, houve negativa de cobertura do seguro, mesmo diante da comprovação do sinistro.
Em razão dos fatos, a autora ajuizou a presente ação pleiteando a devolução do valor cobrado indevidamente (R$ 857,90) e a condenação das rés ao pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 20.000,00.
Contudo, a sentença de primeiro grau julgou improcedentes os pedidos da autora, sob o argumento de ilegitimidade passiva e ausência de responsabilidade das rés.
DO DIREITO
A sentença merece reforma, tendo em vista que desconsiderou os princípios e normas do Código de Defesa do Consumidor (CDC), aplicáveis ao caso em tela.
1. DA RELAÇÃO DE CONSUMO
Nos termos do CDC, art. 2º, a autora é consumidora, e as rés, fornecedoras de serviços. Assim, aplica-se ao caso o regime de responsabilidade objetiva, conforme o CDC, art. 14.
2. DA RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA
O CDC, art. 7º, parágrafo único, e"'>...